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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Curtas

PANTERA – Uma das coisas boas de um festival grande como Berlim é poder "dar uma olhada" na coletiva de imprensa de um filme que você não viu, como foi o caso do encontro de Steve Martin e equipe do novo filme da Pantera Cor de Rosa, que estréia nessa próxima semana no Brasil, e que exibiu fora de competição na Berlinale, ontem. Certamente uma das coletivas mais divertidas do festival, Martin, que é afiadíssimo e muito engraçado, foi informado por um jornalista que o filme deixou a sessão de imprensa às gargalhadas, algo raro em tratando-se de "críticos". Ele reagiu dizendo: "eu sempre recebi crítcas negativas ao longo de toda a minha carreira, seja como comediante stand-up ou no cinema. Um dos meus filmes de impacto mais duradouro, O Panaca (The Jerk) foi universalmente destruído no lançamento. E críticos, claro, riem muito, mesmo não achando graça nenhuma".


RECORDE – A Berlinale chega ao final com recorde de público, um feito e tanto considerando que são 59 anos de história. Já na metade do festival, na quarta-feira passada, o Festival de Berlim havia contabilizado um público de 270 mil espectadores, 30 mil a mais do que o total do ano passado (230 mil). Os números apontam para uma imagem forte de cinefilia em Berlim, cidade ainda dotada de belos cinemas antigos de rua como o Kino International e o Urânia, e onde mesmo os multiplexes oferecem salas enormes com telas gigantescas. Quem sai por cima é o diretor da Berlinale, Dieter Kosslick, que, segundo a revista Variety, acaba de renovar seu contrato até abril de 2013.

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